Poemas em Homenagem a Doutora Rafaella pelo acolhimento na partida de minha mãe para a eternidade no dia 03 de abril de 2026. (7dias) no Hospital Policlin.
1: O Toque do Acolhimento
Naquela manhã de abril, às seis e dez,
O tempo parou, o chão fugiu aos pés.
Mas no Hospital Policlin, em meio ao adeus,
Surgiram mãos calmas, guiadas por Deus.
Dra. Rafaella, de alma atenta e luz,
Acolheu quem partia e quem carrega a cruz.
Cuidou da mamãe com zelo e doçura,
E em mim, transformou o medo em ternura.
Não foi apenas medicina ou dever,
Foi o dom de sentir, o dom de acolher.
Obrigado por ser porto em meio ao mar,
E por ensinar que o cuidado é uma forma de amar.
2: Gratidão na Despedida
O relógio marcou a hora da partida,
Mas seu olhar, Dra. Rafaella, deu sentido à vida.
No dia três, sob o sol que nascia,
Sua voz foi o amparo que a alma pedia.
Acolheu minha mãe em seu último sono,
E me deu abrigo em meu abandono.
Ao Policlin e à senhora, minha eterna gratidão,
Por guardarem o luto com tanta compaixão.
3: A Luz entre as Sombras
Às seis e dez, o mundo silenciou,
Uma parte de mim para o céu voou.
No Hospital Policlin, o frio da manhã,
Encontrou o calor de uma alma irmã.
Dra. Rafaella, seu nome é cuidado,
Foi o amparo seguro ao meu lado.
Acolheu a mamãe em sua passagem,
Com a paz que só vem de uma nobre coragem.
Fez do luto um lugar de respeito e luz,
Aliviando o peso da minha cruz.
Minha gratidão não cabe em papel,
É prece que sobe direto pro céu.
4: O Porto Seguro
O dia três de abril não será só saudade,
Será o dia em que vi a real humanidade.
Enquanto a mamãe descansava em paz,
Sua mão me dizia: “você é capaz”.
Dra. Rafaella, anjo de branco e de fé,
Que me manteve firme, de alma em pé.
Entre corredores e a dor do momento,
Você foi abrigo, foi meu acalento.
Obrigado por não ser apenas doutora,
Mas por ser, na dor, a grande acolhedora.
5: Gratidão Eterna
Não foi apenas um óbito registrado,
Foi um adeus digno, por você guardado.
No Policlin, naquela hora tão cedo,
Seu olhar calmo espantou o meu medo.
Acolher quem se vai é um dom sagrado,
Acolher quem fica é um ato louvado.
Dra. Rafaella, por cada palavra e gesto,
Neste poema, meu “muito obrigado” eu manifesto.
Pela mamãe, que partiu em suavidade,
E por mim, que recebi sua generosidade.
6: O Abrigo no Hospital
No silêncio do Policlin, a manhã despertava,
Enquanto o relógio, às seis e dez, parava.
O dia três de abril trouxe o peso da despedida,
Mas a Dra. Rafaella trouxe luz à saída.
Não foi apenas o adeus de uma mãe querida,
Foi o encontro de uma alma por outra acolhida.
Dra. Rafaella, seu zelo foi o manto,
Que secou, com doçura, o meu amargo pranto.
Pelo cuidado com ela e o abraço em mim,
Minha gratidão será eterna, sem fim.
7: Entre o Céu e a Terra
Dra. Rafaella, anjo de mãos estendidas,
Que cuida das partidas e guarda as feridas.
Naquela aurora de abril, de luz ainda rara,
Sua presença foi a paz que não se compara.
Acolheu minha mãe no limiar da eternidade,
E me deu o suporte da sua bondade.
Às seis e dez, quando o mundo se calou,
Foi a sua voz que o meu coração escutou.
Obrigado por humanizar a dor da perda,
E por ser a mão firme que a esperança herda.
8: O Dom de Cuidar
Há quem trate a doença, há quem cuide do ser,
A Dra. Rafaella tem o dom de acolher.
No Hospital Policlin, em um três de abril,
Ela foi o abrigo contra o vento frio e vil.
Vi na senhora o respeito pela vida que finda,
E uma empatia que faz a alma mais linda.
Às seis e dez, a mamãe descansou,
E em seus cuidados, minha paz começou.
9: O Relógio da Alma
Eram seis e dez, a aurora surgia,
Mas no Policlin, o mundo se esvazia.
O dia três de abril marcou o adeus,
Mas colocou a Dra. Rafaella nos caminhos meus.
Acolheu a mamãe com as mãos do cuidado,
Deixando o sofrimento para trás, no passado.
E a mim, que fiquei com o vazio no peito,
Ela deu o abrigo, o abraço e o respeito.
Há médicos que curam o corpo com zelo,
Mas ela cura a alma, num lindo modelo.
Obrigado, doutora, por ser luz na partida,
E por honrar o final de uma amada vida.
10: O Dom da Empatia
No Hospital Policlin, entre a dor e o silêncio,
Encontrei na Dra. Rafaella um raro sustento.
Às seis e dez, quando a mamãe partiu,
Foi o olhar da doutora que o meu pranto sentiu.
Não foi só técnica, foi puro coração,
Uma acolhida que trouxe a consolação.
Neste três de abril, em meio à despedida,
Sua humanidade foi a minha guarida.
11: Acalento na Aurora
A manhã de abril mal tinha começado,
E o coração já se via desolado.
Mas na figura da Dra. Rafaella, vi a calma,
Um bálsamo suave para a dor da minha alma.
Cuidou da mamãe até o último suspiro,
E me deu o apoio que hoje eu admiro.
No Policlin, às seis e dez da manhã,
Ela foi mais que médica, foi uma alma irmã.
Gratidão eterna por cada gesto e palavra,
Que em meu peito, com amor, se grava.
Jacareí, 10 de abril de 2026.
Obrigado Doutora
Saudades Margarida Martins Pinto
Filho: SANDRO MARTINS PINTO
